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FashioNYC está de casa nova!!!!!!

O FashioNYC está muito chique e agora tem domínio próprio: www.fashionyc.com. Clica aqui que a partir de hoje os posts só vão entrar lá!

Layout bonitão e com a cara de Nova York

No processo de migração, alguns comentários foram perdidos. Tirando isso, tudo que está aqui, está lá também.

Com o tempo, o fashionyc.wordpress.com será desativado. Mas é só atualizar readers, favoritos e essas outras coisas tecnológicas que eu prometo continuar postando o que há de mais interessante na moda de Nova York.

Te vejo lá!

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Como pagar menos por livros em NYC

Comprar livros pela internet em Nova York costuma ser mais barato do que comprá-los nas livrarias. Comprar na Barnes & Noble online, por exemplo, é mais em conta do que comprar na loja física. Pra aproveitar a barganha, no entanto, é preciso ter um endereço na cidade, que pode ser o do hotel, da casa de um amigo ou do apartamento alugado para temporada.

Mesmo que você esteja passando apenas uma semana na cidade, dá para aproveitar as pechinchas porque a entrega costuma ser rápida, em torno de dois dias para NYC, e o frete é grátis para compras acima de valores pré-estabelecidos.

Quer um exemplo? O livro “IF you have to cry, go outside”, de Kelly Cutrone, custava uns US$ 18 na Barnes & Noble da Union Square. Enquanto pensava se comprava ou não, o marido consultou – ainda na loja – o preço do mesmo livro no site da Amazon e viu que custava US$ 13,44. Ok, por esse preço teria de pagar frete, mas livros de moda sobram no estoque da Amazon e faltam na minha biblioteca em formação.

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No caso do livro “Fashion today”, de Colin McDowell, a diferença de preço foi ainda maior. Na livraria do Internacional Center of Photography ou ICP, ele custava US$ 49,99. Na consulta do marido na Amazon, o livro sairia por US$ 37,96. Depois disso, ignorei a Barnes & Noble. Enquanto escrevia o post, consultei na loja online do ICP e vi que o livro tava por US$ 39,95.

Tudo bem que nada substitui comprar um livro na livraria, folheá-lo lá mesmo, ler algumas páginas etc. Mas quando o objetivo é pechinchar, até na loja online da mesma livraria o produto pode ser mais barato.

Outro exemplo? Tinha ido à Barnes & Noble à procura do “The Teen Vogue Handbook” e não tinha encontrado o livro nas prateleiras. Dias depois, procurei por ele no site da loja e o encontrei por uns US$ 18. Como queria comprar apenas um livro e não queria pagar frete, optei pela opção pick up na loja. Entre as filiais com o livro disponível no estoque, tinha a livraria que fica a menos de 1 km de casa. No check in – ainda no site – descobri que o livro sairia por US$ 24,95 se fosse pra retirar lá no local.

Pick up store

A opção pick up store era pra ser algo muito legal, mas nem sempre é assim. De forma geral, ao escolher essa opção, alguém na livraria/loja vai procurar o seu livro/objeto no estoque e deixar ele separadinho com o seu nome no setor responsável. Aí, você vai até o local, diz que quer retirar o tal livro/objeto, paga no caixa e, pronto, ele é seu.

Só que na Barnes & Noble, o preço pick up é o preço do livro na livraria, que, como já falei no começo, é mais caro que no site. Além disso, é possível que a loja peça uns dois dias para achar o tal livro/objeto no estoque e levá-lo até o setor responsável. Enfim, não vale a pena, pelo menos no caso das lojas em que o preço pick up é mais caro do que o da loja online.

Strand Bookstore


Já falei sobre a Strand aqui, mas nunca é demais relembrar que ainda não vi livraria em Nova York onde o preço seja mais baixo que o da Strand, um sebo megalomaníaco. A loja também vende pela internet – o que é ótimo pra consultar preço e disponibilidade – e oferece a opção pick up na loja física pelo mesmo preço da loja online.

Mas é preciso ter paciência, porque eles também pedem dois dias pra localizar o livro e deixá-lo separadinho pra você. Essa opção pode ser boa caso a viagem por Nova York seja de curtíssima duração e você não tenha como objetivo passear pela livraria, só comprar um livro específico que só encontrou por lá.

Nem sempre tão fashion assim

Fotos do Ugly Outfit New York

A afirmação de que os nova-iorquinos estão sempre bem vestidos, que exalam moda e estilo por todos os poros e que são impecáveis é generalizada demais. Há, claro, os nova-iorquinos estilosos e há os nova-iorquinhos-pessoas-normais, que se vestem para ir trabalhar, jantar fora ou encontrar os amigos sem muita produção, afetação ou informação sobre moda.

Um dos sites sobre street style de NYC que acompanho é formado por uma patrulha silenciosa de olho apenas nos que erraram a mão antes de sair de casa. É o Ugly Outfits New York, que não perdoou nem uma mocinha vestida para esta última edição da NYFW. O site coloca foto de pessoas que julgam estarem devendo no quesito elegância, mas não faz nenhum comentário. Há um tempão o site não era atualizado, mas parece que está voltando à ativa.

Particularmente, sou a favor de que todos podem vestir o que quiserem e não devem ser julgados por isso. Não há certo nem errado na moda. Há conforto, há estilo pessoal e há os que fazem sacrifício em um sapato apertado, por exemplo, só porque acham liiiindo.

Falar, então, do Ugly Outfits não soa contraditório? Não, se a intenção aqui é mostrar que, generalizadamente, o povo de Nova York não é tãããão estiloso nem preocupado assim com a aparência ou com a aprovação dos outros. E, se é (já que estilo é pessoal), não liga a mínima para como os outros o estão julgando.

Sala do desfile de Alexandre Herchcovitch minutos antes do desfile começar: preto era dress code? 😉

Preto, preto, preto

Antes de desembarcar em NYC, achava que ia topar com gente estilosa em cada esquina, o que não é bem assim. Neste inverno, por exemplo, o preto está em toda parte. Por isso, é inevitável uma risadinha quando dizem que preto é a cor deste inverno (sim, eu já vi dizerem isso depois da SPFW).

Mentira, todo mundo usa preto porque é prático e porque não suja, e roupa de inverno não se lava todo dia, né?

Ok, isso de “preto é cor do inverno” é obvio de se dizer, mas o que queria falar mesmo é que na NYFW causava espanto e canseira ver tanta gente de preto. Ou seja, até em terra de fashionista, a cor reina.

Encontro de blogueiras

Assim como no Brasil, as blogueiras de Nova York também costumam armar os seus encontrinhos, no caso, o Evolving Influence, que tem como característica ser muito fechado. Não porque seja algo só para os escolhidos, mas é porque as blogueiras se reúnem mais para trabalhar do que para se divertir ou pôr a conversa em dia. Assim, paralelamente à NYFW, o próximo encontro nova-iorquino será nesta segunda-feira, dia 15, e, de tão grande, será realizado em um teatro com lugar para 140 pessoas + um lounge onde tudo será transmitido por telão.

A ideia de que estão todos lá para trabalhar começa pela carga horária do evento, que vai das 10h até as 16h. Os inscritos participarão de um workshop sobre “Fashion Blog Marketing” e poderão acompanhar três painéis de discussão: “The Business of Blogging”, “Navigating Blog Ethics” e “The Future of Fashion Blogging”.

Para debater esses temas foram convidadas algumas “autoridades” no assunto, como Susie Bubble (Style Bubble), Clark Hoyt (Public Editor do New York Times) e Britt Aboutaleb e Lauren Sherman (Fashionista.com).

O encontro é promovido pelo Independent Fashion Bloggers ou IFB. Por trás dele, está Jennine Jacob, um exemplo de que blogs de moda podem virar profissão. Por falar nisso, quem acompanha a blogolândia fashion sabe que blogueiras dos EUA têm o trabalho reconhecido, viram fonte e até lançam linha de sapato. No Brasil, poucas conseguem gerar renda com o que escrevem.

Mas vamos voltar ao encontro….

As inscrições para o evento acabaram no mesmo dia. Rolou fila de espera e expansão para telões. O encontro será reproduzido – na medida do possível – ao vivo pelo twitter no #IFBcon. A organização prometeu também transmissão por streaming neste link aqui, mas vai ser em inglês, ok?

Ah! Quem tem ou pretende ter blog de moda DEVE acompanhar o IFB. É prestação de serviço como nenhum outro site ou até faculdade de jornalismo para quem quer fazer moda.

E o que tenho a ver com isso?

Como já escrevi lá em cima, o encontro foi aberto para inscrições, e ficou sabendo quem é cadastrado no IFB. Tudo bem que não precisa marcar a viagem para Nova York de acordo com um encontro de blogueiros, maaaaaasss acompanhar um evento como esse em NYC é um diferencial e tanto no seu turismo de moda.

Pra isso, é só acompanhar o IFB e ficar de olho no calendário da NYFW. Esta edição e a anterior do Evolving Influence (em setembro de 2009) foram marcadas para a mesma época da semana de moda. Não é difícil se inscrever e não paga nada. No mínimo, você sai de lá com um volume imenso de informação sobre a moda de Nova York como poucos turistas podem conseguir.